Mostrando postagens com marcador Dança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dança. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
"DANÇAR" - NOVO MEDICAMENTO
Sim, admito: sou mais feliz porque Danço! E estou feliz porque já tomei minha dose hoje. E vc?
BULA
LEIA COM ATENÇAO ANTES DE USAR O PRODUTO
INDICAÇÕES
Dançar: remédio natural, sem contra indicações e multiuso: indicado para curar estresse, coração partido, dor de cotovelo, mau humor, tristeza, timidez. Estimula a percepção, o autoconhecimento, a capacidade de vencer crenças limitantes. Dissolve ressentimentos, esvai a raiva, dilui mágoas. Ajuda a emagrecer e contribui para um melhor condicionamento físico, porque faz o coração trabalhar, batendo mais forte em todos os sentidos.
EFEITOS: faz-nos sentir mais vivos, capazes; inspira, emociona, alegra, seduz, agrega. Fazer novos amigos está incluso no tratamento, são como um bônus, porque Dançar faz de dois, três, quatro, dez, enfim um grupo, apenas UM, no tempo de uma música, uma noite ou por uma vida inteira.
MODO DE USAR: Você pode se automedicar com a Dança, mas, se preferir, lance mão da ajuda de especialistas. O mercado tem muitos profissionais altamente capacitados. ;D
A posologia é determinada pelo próprio paciente, conforme suas necessidades e objetivos. Em casos graves, recomenda-se uma dose diária, por no mímino, duas horas. Na fase de manutenção do tratamento, recomenda-se, no mínimo uma dose semanal com duração de uma hora.
EFEITOS COLATERAIS: até o momento não foram detectados nas pesquisas quaisquer efeitos danosos. Alguns pacientes relataram sentirem-se mais leves e ficarem com um sorriso constante em seus rostos e vez outra surgir uma vontade absurda de fazer uns passinhos nas horas mais inusitadas, por exemplo, dentro de um elevador, no chuveiro, ou empurrando o carrinho do supermercado naquele corredor comprido. Se alguém o vir fazendo isso, provavelmente o achará maluco, mas é só abrir aquele sorriso antes mencionado e dizer: "É meu remédio fazendo efeito!" :)
PRECAUÇÕES: DANÇAR pode causar dependência em indivíduos mais suscetíveis aos seus componentes e efeitos benéficos. Crises de abstinência foram relatadas por pacientes que interromperam o tratamento bruscamente e por mais de 30 dias, apresentando como sintomas mau humor, melancolia, coceiras por todo o corpo, especialmente ao entrar em contato com os elementos componentes da fórmula: sambas, salsas, zouks, tangos. No entanto, os sintomas desagradáveis logo desaparecem ao retomar o tratamento.
SUPERDOSE: não há relatos de intoxicação após o uso, mesmo se o paciente utilizou por uma noite inteira. Apenas ocorrências de certo cansaço físico foram registrados após o uso muito prolongado.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: a ingestão com outras substâncias, tais como água, amigos e risadas, não só são benéficas como altamente recomendadas. A hidratação é fundamental. A ingestão de qualquer outra substância, em especial as etílicas, fica por conta e risco do paciente. ;)
P.S. Para todos os meus professores queridos, que, pacientemente, e com amor por essa profissão tão bacana, me iniciaram nos primeiros passos na Dança de Salão e para os que até hoje estão comigo nesta missão sem fim que é aprender a dançar. Grata! Para os amigos dançarinos: os que pararam, os que continuam, os que voltaram, os que vão voltar. Para todos que amam Dançar e sorriem mais por causa disso. ;) bjs
BULA
LEIA COM ATENÇAO ANTES DE USAR O PRODUTO
INDICAÇÕES
Dançar: remédio natural, sem contra indicações e multiuso: indicado para curar estresse, coração partido, dor de cotovelo, mau humor, tristeza, timidez. Estimula a percepção, o autoconhecimento, a capacidade de vencer crenças limitantes. Dissolve ressentimentos, esvai a raiva, dilui mágoas. Ajuda a emagrecer e contribui para um melhor condicionamento físico, porque faz o coração trabalhar, batendo mais forte em todos os sentidos.
EFEITOS: faz-nos sentir mais vivos, capazes; inspira, emociona, alegra, seduz, agrega. Fazer novos amigos está incluso no tratamento, são como um bônus, porque Dançar faz de dois, três, quatro, dez, enfim um grupo, apenas UM, no tempo de uma música, uma noite ou por uma vida inteira.
MODO DE USAR: Você pode se automedicar com a Dança, mas, se preferir, lance mão da ajuda de especialistas. O mercado tem muitos profissionais altamente capacitados. ;D
A posologia é determinada pelo próprio paciente, conforme suas necessidades e objetivos. Em casos graves, recomenda-se uma dose diária, por no mímino, duas horas. Na fase de manutenção do tratamento, recomenda-se, no mínimo uma dose semanal com duração de uma hora.
EFEITOS COLATERAIS: até o momento não foram detectados nas pesquisas quaisquer efeitos danosos. Alguns pacientes relataram sentirem-se mais leves e ficarem com um sorriso constante em seus rostos e vez outra surgir uma vontade absurda de fazer uns passinhos nas horas mais inusitadas, por exemplo, dentro de um elevador, no chuveiro, ou empurrando o carrinho do supermercado naquele corredor comprido. Se alguém o vir fazendo isso, provavelmente o achará maluco, mas é só abrir aquele sorriso antes mencionado e dizer: "É meu remédio fazendo efeito!" :)
PRECAUÇÕES: DANÇAR pode causar dependência em indivíduos mais suscetíveis aos seus componentes e efeitos benéficos. Crises de abstinência foram relatadas por pacientes que interromperam o tratamento bruscamente e por mais de 30 dias, apresentando como sintomas mau humor, melancolia, coceiras por todo o corpo, especialmente ao entrar em contato com os elementos componentes da fórmula: sambas, salsas, zouks, tangos. No entanto, os sintomas desagradáveis logo desaparecem ao retomar o tratamento.
SUPERDOSE: não há relatos de intoxicação após o uso, mesmo se o paciente utilizou por uma noite inteira. Apenas ocorrências de certo cansaço físico foram registrados após o uso muito prolongado.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: a ingestão com outras substâncias, tais como água, amigos e risadas, não só são benéficas como altamente recomendadas. A hidratação é fundamental. A ingestão de qualquer outra substância, em especial as etílicas, fica por conta e risco do paciente. ;)
P.S. Para todos os meus professores queridos, que, pacientemente, e com amor por essa profissão tão bacana, me iniciaram nos primeiros passos na Dança de Salão e para os que até hoje estão comigo nesta missão sem fim que é aprender a dançar. Grata! Para os amigos dançarinos: os que pararam, os que continuam, os que voltaram, os que vão voltar. Para todos que amam Dançar e sorriem mais por causa disso. ;) bjs
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
É pra cambret ou pra quebrar?
Como boa Zoukaholic, estava fuçando pela internet algumas imagens e artigos sobre Zouk pra compartilhar com os Clandeztinoz. Eis que me deparo com um comentário em um determinado blog que me deixou, por um lado, inquieta, e por outro, reflexiva.
Dizia mais ou menos o seguinte: “A dança de salão deve ser uma atividade independente da idade, ou seja, da criança ao idoso. O Zouk é um estilo que é mais apreciado pelos dançarinos de tribo mais jovem. O Zouk é um ritmo não muito adequado para os que passaram de uma determinada faixa etária e principalmente para as pessoas com problemas de coluna.”
Ora, um tanto quanto incoerente tal opinião, o que me levou a dois pensamentos. Vamos ao primeiro: ao mesmo tempo em que diz que a dança de salão independe da idade, carimba o Zouk como um ritmo não adequado aos de mais idade. COMO ASSIM CIDADÃO? Nisto fiquei inquieta.
Não penso ser o zouk inadequado aos que simplesmente “passaram de uma determinada faixa etária”. Que preconceito é esse? Seria porque o Zouk tem como uma de suas características a sensualidade dos movimentos? Ou seria pelos contorcionismos e força muscular exigidos pelos cambrets, jogos de pescoço e enlace de braços?
Sentir-se bem ao dançar, qualquer que seja o ritmo, é o que importa realmente. Desde que o dançarino, seja ele adolescente ou sexagenário, esteja à vontade, curtindo a música e o ritmo, e ficando feliz, não há que se falar em inadequação.
Limitante a idéia de rotular este ou aquele ritmo como sendo destinado a uma faixa etária apenas. É como dizer que o Bolero não é para ser dançado por jovens. Pura generalização.
Concordo que pode ocorrer maior identificação de uma faixa etária com determinado ritmo, por conta de características que possam estar presentes em ambos, mas daí a se falar em inadequação, pura e simplesmente por causa da idade, é o tipo de pensamento preconceituoso e inconcebível.
Se a pessoa está saudável, e possui uma boa condição física, que importa se ela tem 20, 30, 40, 50 ou 60 anos para dançar Zouk? Por que se privar do prazer de dançar ZOUK por achar que por ter esta ou aquela idade irá se expor ao “ridículo”? Para se dançar não tem idade.
E aqui chegamos à segunda reflexão: é fato que alguns dos passos do Zouk, os cambrets, por exemplo, exigem mais do corpo do dançarino, principalmente da coluna, sendo contra-indicados aos que portarem algum tipo de problema nesta região. Assim sendo, deve-se, prudentemente, evitar os movimentos que exigirem demais da coluna e pescoço, mas isso não significa que a pessoa será banida do Zouk.
Há muitas outras formas de dançar. O Zouk não é só cambret, jogadas de pescoço e contorcionismos. Uma base bem executada, um giro equilibrado, uma “patinha” realizada com graciosidade, e claro, tudo isso aliado à uma expressão facial marcante, ou um belo sorriso, deixam a dança bonita e proporcionam satisfação aos dançarinos e a quem assiste.
E mesmo para aqueles que não tem nenhuma limitação física, a preparação para se dançar é indispensável. Como nos orientam nossos queridos professores, é importantíssimo alongar-se antes, para evitar lesões. Aquele lindo jogo de cabeça, que as damas fazem e que torna o movimento tão fluido, demanda uma flexibilidade no pescoço. É comum, estarmos dançando e de repente ouvir um estalo de vértebras.
Damas e cavalheiros devem estar conscientes para executar tais passos de forma adequada e segura, respeitando os limites do corpo. Por isso, é importante que os cavalheiros lembrem-se que uma dama não é igual à outra, logo, o passo não sairá exatamente igual com todas, e que não poderão realizar determinados passos com todas as damas. Tem que respeitar a limitação do par.
Da mesma forma, as damas não podem esperar que a condução seja a mesma, devendo estar atentas à maneira de conduzir de cada cavalheiro, pois cada um tem jeito próprio de indicar o passo a ser executado.
Em ambos os casos, deve-se considerar que os dançarinos, sejam damas ou cavalheiros, poderão não obter êxito na realização do passo, dependendo de sua condição física e do estágio em que se encontrarem no aprendizado de Zouk. Isso, aliás, se aplica em qualquer outro ritmo.
Enfim, é bom lembramos sempre que, embora o ritmo e os passos sejam os mesmos, os dançarinos não o são. Cada um é um universo diferente do outro. Cabe a nós, dançarinos aprendizes, nos descobrirmos e descobrirmos uns aos outros em nossos universos, respeitando os limites de nosso corpo e do parceiro, independente de idades e habilidades, e assim extrair de nossa dança as melhores POSSIBILIDADES, afinal ZOUK também é pra cambret, mas não pra quebrar!!!.
(Escrito em 23.03.2009 para o Clandeztinoz Zouk - grupo de amigos que adora dançar Zouk)
Dizia mais ou menos o seguinte: “A dança de salão deve ser uma atividade independente da idade, ou seja, da criança ao idoso. O Zouk é um estilo que é mais apreciado pelos dançarinos de tribo mais jovem. O Zouk é um ritmo não muito adequado para os que passaram de uma determinada faixa etária e principalmente para as pessoas com problemas de coluna.”
Ora, um tanto quanto incoerente tal opinião, o que me levou a dois pensamentos. Vamos ao primeiro: ao mesmo tempo em que diz que a dança de salão independe da idade, carimba o Zouk como um ritmo não adequado aos de mais idade. COMO ASSIM CIDADÃO? Nisto fiquei inquieta.
Não penso ser o zouk inadequado aos que simplesmente “passaram de uma determinada faixa etária”. Que preconceito é esse? Seria porque o Zouk tem como uma de suas características a sensualidade dos movimentos? Ou seria pelos contorcionismos e força muscular exigidos pelos cambrets, jogos de pescoço e enlace de braços?
Sentir-se bem ao dançar, qualquer que seja o ritmo, é o que importa realmente. Desde que o dançarino, seja ele adolescente ou sexagenário, esteja à vontade, curtindo a música e o ritmo, e ficando feliz, não há que se falar em inadequação.
Limitante a idéia de rotular este ou aquele ritmo como sendo destinado a uma faixa etária apenas. É como dizer que o Bolero não é para ser dançado por jovens. Pura generalização.
Concordo que pode ocorrer maior identificação de uma faixa etária com determinado ritmo, por conta de características que possam estar presentes em ambos, mas daí a se falar em inadequação, pura e simplesmente por causa da idade, é o tipo de pensamento preconceituoso e inconcebível.
Se a pessoa está saudável, e possui uma boa condição física, que importa se ela tem 20, 30, 40, 50 ou 60 anos para dançar Zouk? Por que se privar do prazer de dançar ZOUK por achar que por ter esta ou aquela idade irá se expor ao “ridículo”? Para se dançar não tem idade.
E aqui chegamos à segunda reflexão: é fato que alguns dos passos do Zouk, os cambrets, por exemplo, exigem mais do corpo do dançarino, principalmente da coluna, sendo contra-indicados aos que portarem algum tipo de problema nesta região. Assim sendo, deve-se, prudentemente, evitar os movimentos que exigirem demais da coluna e pescoço, mas isso não significa que a pessoa será banida do Zouk.
Há muitas outras formas de dançar. O Zouk não é só cambret, jogadas de pescoço e contorcionismos. Uma base bem executada, um giro equilibrado, uma “patinha” realizada com graciosidade, e claro, tudo isso aliado à uma expressão facial marcante, ou um belo sorriso, deixam a dança bonita e proporcionam satisfação aos dançarinos e a quem assiste.
E mesmo para aqueles que não tem nenhuma limitação física, a preparação para se dançar é indispensável. Como nos orientam nossos queridos professores, é importantíssimo alongar-se antes, para evitar lesões. Aquele lindo jogo de cabeça, que as damas fazem e que torna o movimento tão fluido, demanda uma flexibilidade no pescoço. É comum, estarmos dançando e de repente ouvir um estalo de vértebras.
Damas e cavalheiros devem estar conscientes para executar tais passos de forma adequada e segura, respeitando os limites do corpo. Por isso, é importante que os cavalheiros lembrem-se que uma dama não é igual à outra, logo, o passo não sairá exatamente igual com todas, e que não poderão realizar determinados passos com todas as damas. Tem que respeitar a limitação do par.
Da mesma forma, as damas não podem esperar que a condução seja a mesma, devendo estar atentas à maneira de conduzir de cada cavalheiro, pois cada um tem jeito próprio de indicar o passo a ser executado.
Em ambos os casos, deve-se considerar que os dançarinos, sejam damas ou cavalheiros, poderão não obter êxito na realização do passo, dependendo de sua condição física e do estágio em que se encontrarem no aprendizado de Zouk. Isso, aliás, se aplica em qualquer outro ritmo.
Enfim, é bom lembramos sempre que, embora o ritmo e os passos sejam os mesmos, os dançarinos não o são. Cada um é um universo diferente do outro. Cabe a nós, dançarinos aprendizes, nos descobrirmos e descobrirmos uns aos outros em nossos universos, respeitando os limites de nosso corpo e do parceiro, independente de idades e habilidades, e assim extrair de nossa dança as melhores POSSIBILIDADES, afinal ZOUK também é pra cambret, mas não pra quebrar!!!.
(Escrito em 23.03.2009 para o Clandeztinoz Zouk - grupo de amigos que adora dançar Zouk)
Assinar:
Postagens (Atom)
